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moda'a'foca
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6 reviews postées
Unrailed
90
Uma ingeniosa fusão de simplicidade e diversão foi o sentimento da experiência cooperativa que é me deixou.

O que o jogo nos pede é bastante acessível: construir uma linha de comboio através formações rochosas e florestas cubicas, que permita conduzir a locomotiva à próxima estação sem que esta fique sem trilhas onde percorrer. Como? Aproveitando os recursos obtidos enquanto se devasta caminho, o que quer dizer que só há dois recursos no jogo, isto é, minério e lenha. Para além disto não há muito que se lhe diga. Por vezes há que afugentar o ocasional bandido à procura de ferro, ou arrefecer o nosso comboio com um balde que nos foi fornecido.

Assim sendo, em que aspetos assentam o interesse e o entusiamo deste jogo? Parece simples demais…

Bem, quase que é, mas nem por isso. O terreno torna-se progressivamente mais hostil, o estado meteorológico varia e dez minutos depois do primeiro jogo, o grande vilão mostra-se, quase como um punhal pelas costas: os nossos colegas de equipa! E visto que Unrailed é um jogo, no seu cerne, cooperativo, acho que conseguem compreender onde quero chegar… Caminhos demasiados estreitos, um balde, picareta ou machado inacessíveis, porque o cromo vestido de PINTAINHO não sabe que é IMPOSSIVEL atravessar objetos sólidos, entre outros, é o tipo de tortura mental que este jogo nos proporciona.

O jogo nunca se torna aborrecido, pois não há dois mapas iguais e o terreno vai-se alterando, o que traz algum dinamismo ao mundo. Há um ciclo de noite e dia, diferentes tipos de árvores dependendo dos referidos terrenos, e cada bioma vem com a sua única fauna que, embora não afete muito o procedimento de jogo, sempre é giro de se ver. A trilha sonora é agradável, de certa forma relaxante, e nunca se torna distrativa. Para além disso, há um simples, mas criativo sistema de upgrades que promove a execução de uma missão única em cada nível e a caça ao prego dourado!

Tenhamos jogado com o nosso melhor amigo ou um pintainho palerma qualquer, sente-se uma forte fraternidade. E à semelhança daquele planeta do filme Interstellar, o tempo no jogo parece passar muito mais rápido do que fora deste, e quando acaba nunca deixa o travo amargo da frustração, mas sim um orgulho em todo o bom trabalho realizado e sobra a vontade de pegar na picareta uma vez mais.
Metro: Exodus Aurora Limited Edition
90
Dois anos se passaram desde o final feliz que tivemos no anterior capítulo, ou pelo menos assim a 4A Games assume, e o nosso protagonista mudo, Artyom, contínua em busca do seu sonho: viver na superfície. Traz consigo os Spartan Rangers, numa intensa viagem de comboio por uma Rússia pós-apocalíptic, onde a principal mudança que a produtora nos apresenta é a sensação de mundo aberto. Os quatro distritos apresentados ao longo do jogo são grandes e carregam bons elementos de mundo aberto mas, na altura das missões principais, guiam linearmente Artyom para onde este tem de levar a cabo a sua missão. Estes distritos são apresentados em diferentes estações do ano, com ciclo de dia-noite, o que traz ainda mais uma sensação de diversidade e vivacidade ao ambiente. Este jogo apesar de ter um “semi-mundo aberto” por trás de si, não consegue chamar muito o jogador para explorar. A existente variedade de monstros e humanos não são suficientes para o jogador arriscar os escassos recursos que o jogo nos apresenta, em viagens que pouco acrescentam e se revelam muitas vezes um prejuízo de recursos. O sistema de crafting continua muito bom e deixa à escolha do jogador decidir que armas levar na próxima missão, tendo por base o seu estilo de jogo e os inimigos que irá enfrentar.

Graficamente o jogo está tremendo. Criado para as novas arquiteturas da Nvidia, as RTX, apresenta muitos detalhes e foi cuidadosamente criado para dar ao jogador a sensação que tudo a sua volta está vivo e pertence a um mundo real que pode alterar a qualquer momento, levando assim o jogador a imergir dentro do jogo. Assim como os anteriores jogos também acarreta um nível de terror “injustificado”, pois utiliza espaços mal iluminados e apertados, que nos deixam sempre com dúvidas se no momento seguinte um inimigo pode surgir, uma escolha que pode não agradar a todos. A juntar a este visual e jogo de iluminação, a banda sonora de Exodus está também ela muito bem sincronizada com os momentos do jogo. Todo o ambiente criado pela 4A Games está pensado ao pormenor, deixando até o mais corajoso dos jogadores em alerta.

A Narrativa que nos é apresentada é tão ou mais intensa que o ambiente. Desde os túneis do metro de Moscovo, às viagens longas no Aurora até ao local que Artyom sempre desejou estar, na superfície, a recomeçar uma nova vida. Toda a história é rica em emoções e deixam o jogador sempre a pedir mais.

Em suma, Metro Exodus é, para mim, o melhor jogo da franquia e deixou-me muito mais entusiasmado que Shadow of Tomb Raider, último jogo do género que joguei e que também possui uma boa componente narrativa. História, ambiente, música e um personagem que sem dizer uma única palavra consegue dizer tudo o que pretende a qualquer altura. Só tenho a pedir é que a produtora traga agora uma nova franquia tão boa, ou melhor, que esta.

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